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Nos próximos dias
A Formação de Professores de História no Brasil. História da Formação de Professores de História. Experiências de articulação entre teoria e prática de pesquisa e ensino de História na Formação de Professores. A Formação de Professores e História da Escola Básica. Alcances e limites da atuação dos Historiadores como Professores Universitários. Espaços e tempos formativos do Professor de História. Estágios Supervisionados, Práticas de Ensino, Oficinas de História: estratégias de articulação entre teoria e prática. Saberes docentes e Formação Profissional do Docente
Venha apresentar sua pesquisa e discutir conosco os temas e problemas deste campo de estudos. Será um prazer revê-los, conhecê-los e atuar com vocês.
Abraços fortes,
Cláudia Affonso e
Pelo GT de Formação de Professores de História do Rio de Janeiro
Ofício do Historiador: Ensino e Pesquisa é o tema do XV Encontro Regional de História da Anpuh-Rio a ser realizado entre os dias 23 e 27 de julho de 2012, na Faculdade de Formação de Professores, unidade da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, localizada na cidade de São Gonçalo.
Como a sede do encontro tem como principal característica a formação de professores, fica muito claro que o destaque será dado a este aspecto fundamental do ofício do Historiador: o espaço da sala de aula, sem com isso desmerecer, ou colocar em plano diferente, outro elemento necessário para formação do profissional de História que é a pesquisa.
Portanto, o convite para a participação no XV Encontro Regional de História da Anpuh-Rio está feito para toda a comunidade de historiadores que ensinam e pesquisam História.
As inscrições para apresentação de trabalhos
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Att,
Secretaria do XV Encontro Regional de História da Anpuh-Rio
http://www.encontro2012.rj.anpuh.org
encontro2012.anpuhrio@gmail.com
Do USP Online
Com o objetivo de divulgar o rico acervo do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP a um público mais amplo, o Instituto está disponibilizando papéis de parede para computadores. São imagens pertencentes a diversos fundos e coleções do IEB, compreendendo Arquivo, Biblioteca e Coleção de Artes Visuais.
O acervo do IEB é formado por 91 fundos e coleções, além de vasta documentação resultante de diversas pesquisas. Em termos quantitativos, trata-se de aproximadamente 450 mil documentos no Arquivo, 180 mil livros na Biblioteca e 8 mil objetos na Coleção de Artes Visuais.
As imagens podem ser adquiridas pela página do IEB no facebook.
Mais informações: (11) 3091-1149, email difusieb@usp.br

Uma mensagem a todos os membros de Cafe Historia
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Os organizadores
Relançada pela Editora Fundação Perseu Abramo, a polêmica tese "Escravismo colonial" reinterpreta o legado de Gilberto Freyre, renova o marxismo brasileiro e consolida-se como a mais notável contribuição contemporânea acerca deste período histórico.
Reconhecido como um dos registros mais notáveis da historiografia recente do Brasil, O escravismo colonial, de Jacob Gorender, ganha 5ª edição pela Editora Fundação Perseu Abramo (EFPA). Publicado anteriormente entre o final da década de 1970 e a primeira metade dos anos 1980, o livro na época, considerado polêmico por contestar as teses defendidas por pensadores devotos de Gilberto Freyre debate a concepção histórica sobre o modelo de escravismo implantado no país e propõe a inserção do fenômeno entre as possíveis considerações sobre a formação do modelo de socioeconomia brasileira. O lançamento ocorre no mês de novembro.
Passados 26 anos desde a sua última edição, "O escravismo colonial" afirma-se como a mais sólida análise contemporânea acerca da argumentação gilbertiana sobre o sistema escravocrata implantado no Brasil colonial e suas consequências que perpassam a ascensão do capitalismo, em meados do século XIX, até os dias de hoje.
Gorender reinterpreta os clássicos modelos derivados de Freyre e desconsidera a suposta existência de um regime feudal brasileiro, subsistente ou paralelo ao sistema escravista. Sua tese de escravismo colonial suscita outra via para o entendimento da formação econômica do país, ao admitir o fenômeno como o grande responsável pelo fortalecimento da unidade lusitana na América Latina, em contraponto à fragmentação observada no território hispânico.
O autor convida o leitor a refletir sobre a estrutura e o sistema de produção escravista vigente no Brasil e afirma que este foi um método novo, temporal e específico deste espaço geográfico, objetivado pela produção mercantil para atender principalmente a demanda europeia. Portanto, esta forma peculiar de regime é diferente dos moldes do escravismo clássico, feudalismo e, ainda, do capitalismo, colocando o país numa situação de exceção em relação às culturas ocidentais durante todo este período histórico.
Sendo Gorender marxista desde a adolescência, "O escravismo colonial" dá novo fôlego para o marxismo brasileiro, ao acrescentar novas categorias de análise nos mesmos modos de produção. A obra reforça o conceito de materialismo histórico, pois, incrementa variações à fórmula de Karl Marx e o torna mais aplicável como ferramenta de estudo de sistemas econômicos que destoem dos europeus.
Jacob Gorender: intelectualidade excepcional
Nascido em Salvador, em 1923, Jacob Gorender é considerado hoje um dos mais importantes historiadores brasileiros. Filho de um judeu ucraniano socialista, frequentou a Faculdade de Direito de Salvador, onde militou na União de Estudantes da Bahia, durante o início de 1940.
Muito jovem, lutou na 2ª Guerra Mundial pela Força Expedicionária Brasileira. Foi membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB) ao lado de personagens importantes, como Carlos Marighella e trabalhou como jornalista nos principais veículos de esquerda daquele período. Em 1968, com o início dos anos de chumbo da ditadura militar, Gorender aproxima-se da militância armada e participa da fundação do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR).
Em janeiro de 1970, foi preso em São Paulo. Seguiram-se dois longos e traumatizantes anos de constantes torturas, mas também foi nesse período de Gorender teve forças para iniciar esta que atualmente é considerada a tese mais revolucionária sobre a formação socioeconômica brasileira, desde "Casa Grande & Senzala". "O escravismo colonial" era publicado em 1978 pela editora Ática, com inesperado sucesso.
O preconceito contra seu autodidatismo intelectual o reservou à margem do campo acadêmico durante muitas décadas. Apenas em 1994, aos 71 anos, seu mérito foi reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e passou a atuar como professor visitante no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP).
Atualmente, com 88 anos, vive entre livros e publicações, numa simpática casa de vila do bairro da Pompeia, na zona oeste da cidade de São Paulo.
Saiba mais
Sobre a EFPA
Fundada em 1997, a Editora Fundação Perseu Abramo é um espaço para o desenvolvimento de atividades de reflexão político-ideológica, estudos e pesquisas, destacando a pluralidade de opiniões, sem dogmatismos e com autonomia. Com mais de 180 livros em catálogo, a editora conta com autores importantes como Antonio Candido, Celso Furtado, Aloysio Biondi, Michael Löwy, Marilena Chaui, Lélia Abramo, Milton Santos, Maria da Conceição Tavares, Francisco de Oliveira, Maria Rita Kehl e Leandro Konder, entre outros. Para mais informações, acesse www.efpa.com.br e siga a EFPA no twitter (@editora_perseu).

Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional
Sexta-feira foi um dia histórico para os militantes dos direitos humanos no Brasil. Saiba tudo sobre a Comissão Nacional da Verdade, como funciona, a luta dos pesquisadores ao longo das décadas e as polêmicas e críticas que, desde já, são feitas ao projeto. [Leia mais]
Entre na nossa sala de aula virtual e confira grandes projetos que vêm sendo realizados nas escolas do Brasil. Em Brasília, por exemplo, o ensino de xadrez é transformado em atividade multidisciplinar, com direito a alunos convertidos em atores e cenógrafos. [Leia mais] Já em Salvador, uma escola construída sobre um terreiro tornou-se um caso raro de ensino de História e da cultura africana sem preconceitos [Conheça].
Musical "Na rotina dos bares", em cartaz no Rio de Janeiro, faz um panorama da história da boemia carioca desde os anos 1930. [Leia mais]
Colóquio internacional em Pernambuco, que conta com duas atrações do exterior, debateu a produção do conhecimento histórico, da memória e do patrimônio cultural referente ao período conhecido como Brasil Holandês. [Leia mais]
Semana do Aleijadinho foi comemorada em Ouro Preto com palestras, livros, música, exposições e visitas guiadas por toda a cidade. [Leia mais]
Esta semana foi cheia de comemorações históricas. No Dia da Proclamação da República, lembramos o período que se sucedeu ao evento: num só dia, mais de 300 pessoas foram degoladas e até aula de tiro houve nas escolas. [Confira] Em 14 de Novembro, Dia Nacional da Alfabetização, lembramos o temor que os senhores de escravos tinham de que seus cativos se alfabetizassem – e que os escravos chegavam a investir no conhecimento. [Veja] Até a tolerância foi assunto nas redes sociais em virtude do Dia Internacional da Tolerância, ocasião em que lembramos casos de instransigências que marcaram o Estado Novo e a Inquisição [Leia mais]. Sem contar o Dia da Consciência Negra, neste domin go (dia 20): no nosso site você confere como surgiu o movimento, que cresceu nos anos 1970 sob a vigilância da ditadura até se consolidar na democracia [Leia mais].
Um dos momentos mais críticos de nossa história contemporânea, o golpe de 1964, ainda guarda detalhes desconhecidos para a maior parte da população. Aspectos como a obscura renúncia de Jânio Quadros e o turbulento governo de João Goulart são pouco valorizados em estudos e pesquisas. Para trazer luz ao assunto, a Revista de História da Biblioteca Nacional(RHBN) realiza no dia 29 de novembro (terça-feira), às 16h, debate do tema "Jânio e Jango: a renúncia, o golpe e os mitos".[Leia mais]
Na Loja virtual da Revista de História, você pode assinar a revista por um ou dois anos, além de comprar exemplares da revista História da Ciência, assim como a coleção História no Bolso. [Confira]


Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional
Que tal fazer uma viagem por alguns dos patrimônios do Brasil (e da humanidade)? Com alguns cliques, o internauta pode entrar na clausura de uma igreja do século XVIII, em Pernambuco, seguir viagem até uma casa grande em Campinas, São Paulo, e depois dar um pulinho na Praça Santa Cruz em São Cristóvão, Sergipe, que conserva a arquitetura digna da quarta cidade mais antiga do Brasil.[Leia mais]
Os protestos promovidos por jovens, conhecidos como 'indignados', são alvo da série 'Cólera e melancolia', que você confere quinzenalmente no site da RHBN. Leia nosso artigo de abertura sobre as revoluções mundo afora, e não perca o primeiro da série sobre a revolta na Inglaterra, que estreia já na sexta-feira que vem. [Confira]
A ajuda das novas tecnologias em conservar o passado fica uma vez mais provada agora com José de Alencar. O ilustre escritor, considerado o fundador do romance brasileiro com temas regionalistas, indianistas e históricos, terá 29 documentos inéditos digitalizados. O material, que mal podia ser consultado devido às dificuldades de manuseio, ficará disponível para consulta pública nos computadores da biblioteca da Casa de José de Alencar a partir de maio de 2012. [Leia mais]
Enquanto a Comissão da Verdade não entra em cena, uma companhia de teatro roda o país e ajuda a levantar informações de desaparecidos políticos. A peça "Filha da Anistia", que discute os efeitos dos anos de chumbo nas posturas políticas, sociais e culturais dos brasileiros, interage com o projeto da "Caravana da Anistia", do Ministério da Justiça, que visita várias regiões do Brasil em busca de informações e pedidos de anistia. Graças à peça, vários depoimentos de vítimas da ditadura estão sendo registrados em vídeo e num livro, que será disponibilizado à Comissão de Anistia do governo federal. [Leia mais]
O Dia do Halloween chegou... nos Estados Unidos. Em boa parte do Brasil, o 31 de Outubro comemorou mesmo o Dia do Saci. Que o digam os moradores de São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba, em São Paulo, sede oficial da Sociedade dos Observadores do Saci e onde a festa em homenagem ao negro perneta dura uma semana inteira, com direito a bolo, shows e até uma "saciata" em defesa dos amigos – e da cultura brasileira, enfim – do nosso mais carismático mito. [Leia mais]
Tradição em Tiradentes, o Congado de São Benedito, que sai às ruas dia 1º de novembro, resgata as raízes negras da região e a tradição da Igreja Nossa Senhora do Rosário, criada e mantida pelos escravos. [Leia mais]
Defendendo a tese da descoberta do Brasil em 1498 pelo navegador português Duarte Pacheco Lima, chega às livrarias uma nova edição do livro "A Construção do Brasil: ameríndios, portugueses e africanos - do início do povoamento a finais de quinhentos", do historiador e professor português Jorge Couto. A obra tem por base o estudo do manuscrito "Esmeraldo de situ orbis", que o próprio Duarte Pacheco Pereira produziu entre 1505 e 1508 e que ficou desaparecido por quase quatro séculos. [Leia mais]
Como já é tradição, a Fundação Casa de Rui Barbosa dedica o Dia da Cultura (5 de Novembro) a homenagear duas personalidades (um brasileiro e um estrangeiro) que se destacaram na prestação de serviços à cultura do Brasil. E este ano foi a vez do ex-embaixador Alberto da Costa e Silva, imortal da Academia Brasileira de Letras e membro do Conselho Editorial da Revista de História da Biblioteca Nacional. [Leia mais]
Na Loja virtual da Revista de História, você pode assinar a revista por um ou dois anos, além de comprar exemplares da revista História da Ciência, assim como a coleção História no Bolso. [Confira]
Segue a programação e cartaz de novembro do I Ciclo de Estudos e Pesquisas em História Militar. Para se inscrever são necessários os seguintes dados:
| 3 NOV QUINTA FEIRA 14 h | âAs Forças Armadas e a construção do Estadoâ. | |
| Adriana Barreto de Souza (UFRRJ) Neuma Brilhante (UNB) Luana de A Donin (NEPHIM) | âO Exército na consolidação do Império do Brasil (1830-1850)â. âA formação do Exército brasileiro em debate na primeira Legislatura brasileira (1826-1830)â. âA Academia Nacional e Imperial dos Guardas Marinha: normatização da formação naval no período de construção do Estado Imperial brasileiro (1831-1858)â. | |
| 10 NOV QUINTA FEIRA 14 h | âAs Forças Armadas e a construção do Estadoâ. | |
| Paulo Cunha (UNESP) Fernando Loureiro (Mestre PPGH-UERJ) | âUm Enigma e sua Esfinge: O General Miguel Costa e o debate sobre a Coluna Prestesâ. "O General Góes Monteiro e o Pensamento Político Militar no Estado Novo Brasileiroâ. | |
| 17 NOV QUINTA FEIRA 14 h | Renato Lemos (UFRJ) | âMilitares e Política: uma discussão de paradigmasâ |
| Encerramento do Ciclo de Pesquisas 2011 â" Almirante Armando de Senna Bittencourt | ||
Real Gabinete Português de Leitura |
Projeção do filme
"O MANUSCRITO PERDIDO"
de José Barahona
(exibido na 35ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo)
seguido de debate com seu diretor
Dia: 03 de novembro de 2011
Hora: 16:30
Entrada livre